A ponte - Ministério Livres para Adorar

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segunda-feira, 30 de abril de 2012



 Atenção ao calendário abaixo das datas oficiais e ações para os próximos dias que serão  de vital importância para nossas Unidades Escolares. 
  • 07/05 – Conselho de Classe. Será gerado documento formal da SUPGE de alteração do Calendário a ser encaminhado para as escolas pelas Regionais Pedagógicas;  
  •  
  • 7/05 a 18/05 – Lançamento de notas no Sistema Conexão Educação (professores e diretores);
  • 22/05 a 24/05 – Inspeção Escolar visitará as Unidades Escolares para verificar a listagem nominal de alunos elegíveis a desativação. 


    Esse ano teremos uma novidade: 
Planilha de acompanhamento de Plano de curso                                                       





segunda-feira, 23 de abril de 2012

ABRIL: Um mês especial

Em Abril, o meu coração transborda de alegria!
Deus é tão fabuloso e maravilhoso que não só me concedeu a vida , nesse mês, como também me deu o meu maior e melhor presente: MEU FILHO.
Ele nasceu no dia 09 de Abril de 1999 para preencher a minha vida e me tornar a MULHER mais feliz e mais realizada do mundo.
No dia 14 comemoramos o seu aniversário (que não é mais o meu bebê e sim um lindo adolescente).  
Estou ficando velha!!!

Meu filhão (Herança do SENHOR para a minha vida)

 Meu filho e seus colegas jogando vídeo game
Chegou a hora do "PARABÉNS"
Nossa família








No dia 19/04 completei mais uma primavera.  Louvo a DEUS pela minha vida, da minha família e de todos os meus amigos e colegas de trabalho.
Minha amiga Cássia

Minha amiga Rosemary

Rosiane (amiga mais chegada que uma irmã), minha mãe (blusa azul) e minhas tias

Minha amiga Patrícia (vestido rosa)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Pirataria Existencial.





Lavoisier afirmou que na natureza “[...] nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, o que é de fato verdade e facilmente comprovado naquele ambiente, podendo inclusive ser tal afirmativa poética aplicável em parte também na natureza humana.

Desde pessoas comuns até gênios sempre ouvimos falar ou presenciamos pessoas que criaram e criam muitas coisas: máquinas, objetos, artes, músicas, poemas, negócios, idéias, cursos, histórias e muito mais. Tudo isso é fruto de um rebento chamado criatividade e intelectualidade que, de alguma forma, se materializa causando o milagre da transmutação do abstrato em concreto. Uma espécie de milagre cerebral e assim surgem as coisas!

As próprias pessoas passam por um processo psicológico chamado automodelagem, onde o sujeito em crescimento toma para si características que é do outro e experimenta ingredientes diferentes que lhe atiçam a curiosidade e interesse para formar sua própria identidade. Isso é perfeitamente saudável quando a criança tem as melhores referências e terrivelmente trágico quando a criança e até o adolescente tem as piores referências.

Eventualmente alguns comportamentos adultos são imitados pelas crianças, pelos adolescentes e até mesmo por outro adulto. É muito comum ver a criança utilizando acessórios de sua mãe; ou o adolescente caracterizado ao estilo de seu ídolo cinematográfico ou mesmo o próprio adulto com trejeitos de seu chefe. A imitação é uma espécie de identificação com o outro e também muito saudável quando tais influências ajudam o sujeito fazer as melhores e mais íntimas escolhas de quem ele gostaria ser, sem deixar de ser ele mesmo.

Por derradeiro nesta reflexão tem a cópia. Ela não é automodelagem nem identificação. É uma espécie de apropriação indébita da personalidade alheia. Quando o sujeito não sabe ou não gosta ser quem é e por isso precisa muito de uma personalidade qualquer, menos a que tem. De forma inconsciente deforma a própria identidade quando tenta vestir-se de outra identidade, copiando tudo quanto possível. Pior quando essa cópia é no âmbito material e a pessoa quer ter tudo igual ao que o outro tem e isso é a manifestação clássica da inveja.

A inveja é sublimada na lisonja. Todo sujeito bajulador é no fundo invejoso. Ele se aproxima zelosamente repleto de amabilidade para espreitar e sorrateiramente tomar o que cobiça. A pessoa invejosa varia sua fala em pelo menos dois tipos de verbalizações: a bajulação e a vitimização. Essa é a estratégia para amistosamente distrair a atenção e aflorar a comoção da pessoa invejada e, posteriormente, tomar de assalto o que puder, deixando em sua vítima o sentimento de que foi enganado, roubado, usado e depois descartado.

Viver esse roubo que o ínvido te submete é constrangedor em qualquer área. Pior quando esse processo se dá no campo das idéias relacionadas ao trabalho. A idéia é sua, mas o invejoso fala como se dele fosse. Enquanto o ciúme é o medo de perder quem não se tem a certeza possuir; a cobiça, por sua vez, é o desejo de tomar do outro aquilo que se tem a certeza não poder conseguir pela própria competência. 

A pessoa não criar, tudo bem! A pessoa se automodelar em você, tudo bem! A pessoa querer te imitar, quando não é pura macaquice, certamente é uma honra! Mas a pessoa querer te copiar apropriando sistemática e metodicamente de tudo que você tem e é, para mim considero como uma espécie de pirataria existencial. Algo que permeia o perfil dos sociopatas e psicopatas, cujas estratégias não terminam com o assassinato do sujeito invejado, mas com o assassinato psicológico de identidade, por isso o invejoso não respeita as referências, ignorando-as e suprimindo-as como puder, matando-as psicologicamente com toda sua força e perversidade. 

Não é a cópia de idéias que me aflora a indignação, mas a ingratidão patológica dos que copiam. E não há maior pena aplicável a esses piratas existenciais do que o próprio sentimento de culpa e aflição que tais invejosos ingratos amargam em seus esporádicos momentos de consciência, quando e se eventualmente os tiver.

PAINÉIS DE GESTÃO


Começamos o ano com "força total" e agora estamos iniciando a composição dos Painéis de Gestão. Todas as Unidades escolares mantém toda a Comunidade informada sobre a GIDE através de reuniões e dos murais informativos. 
Vejam:

COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA ALZIRA DOS SANTOS DA SILVA.



Agora vamos ao Painel de Gestão do
COLÉGIO ESTADUAL JOÃO CARDOSO



CIEP 389 - Haroldo Barbosa





COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL ZENÓBIO DA COSTA







sexta-feira, 6 de abril de 2012

PÁSCOA! JESUS RESSUSCITOU! ALELUIA!!!!

 


Páscoa têm muitos significados, mas o que mais me chama a atenção é o de LIBERTAÇÂO.  Mesmo antes de Cristo, no Antigo Testamento, as escrituras sagradas revelam que quando o povo de Israel conseguiu sair do Egito, liderados por Moisés e guiados por DEUS, eles celebraram a Páscoa: A LIBERTAÇÃO.
Após a vinda de Jesus, que abriu mão da sua Glória e semelhante a um homem se esvaziou e servo se tornou e a si mesmo se humilhou e como FILHO obedeceu até a morte e morte de Cruz. Mas o Deus Pai o exaltou, pois após JESUS morrer por mim e por você carregando sobre si todo o pecado, ao terceiro dia ELE ressuscitou.
 JESUS venceu a morte para que possamos um dia morar no Céu e ter Vida Eterna.  Então celebramos porque "em Cristo" também somos livres.

"Se a VERDADE vos libertar verdadeiramente sereis livres".

E O que liberta é a PALAVRA DE DEUS, a Verdade que não pode (e não há argumentos) ser contestada.

FELIZ PÁSCOA!!!!!



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Acidentes ou traquinagens?


Sempre vemos, lemos ou ouvimos na mídia de modo geral notícias sobre acidentes graves em todos os segmentos de mercado, desde a prestação de serviços até a indústria, tanto no setor privado como no setor público. Em que parte do processo está a origem desses acidentes?

Em minha opinião a raiz dos erros não está em uma única fonte, mas na conjunção de vários fatores infelizes que se encontram ocasionalmente. Vamos considerar cada um desses fatores e, na sequência, imaginá-los confluindo em um único momento.

É bem provável que quase a totalidade das pessoas nasça, desenvolva ou adquira alguma micro lesão cerebral ao longo de sua vida. Esse minúsculo e eventual dano orgânico no cérebro, embora não afete a vida cotidiana, tem o poder de interferir na atenção, percepção e pensamento comprometendo a capacidade profilática de qualquer um, tornando-o mais frágil e também mais propenso ao erro.

Outro fator é a negligência da própria pessoa e de boa parte das instituições de Ensino com a formação técnico acadêmica, comprometendo a transformação do leigo curioso em perito profissional. Quando não é o próprio sujeito tentando burlar suas notas para passar de ano ou dando um jeitinho para “comprar” um certificado, de outra forma também é a própria escola dando um jeitinho para “vender” diplomas. Esse é o fator técnico na formação do profissional!

Tão importante quanto os fatores citados, existe também a imperícia e a negligência das empresas na seleção e no treinamento de seus colaboradores. As avaliações são inócuas no sentido de identificar os mais peritos e mais capazes para as vagas disponíveis. O mercado de trabalho vive uma espécie de “apagão” e na falta de mão de obra qualificada o jeito é contratar qualquer um que precise trabalhar, mesmo que não tenha qualquer compromisso com a tarefa que vai desenvolver. Esse é o fator operacional!

Tem uma série de outros fatores igualmente graves, mas quando pelo menos esses três se juntam em um mesmo evento e em um mesmo tempo, então vemos, lemos ou ouvimos na mídia notícias de que “professora de educação infantil faz alunos tirarem a roupa em sala de aula”; “adolescente morre ao cair de uma cadeira com defeito há dez anos”; “vazamento de óleo em petroleiro compromete dezenas de quilômetros no oceano”; “navio de cruzeiro tomba na costa”; “palanque desaba e fere várias pessoas em show”; “prédio desmorona sobre moradores”; “Leite famoso com alto teor de água sanitária” etc.

Outros eventos menos espetaculares acontecem a todo instante por todo o mundo, sempre causando prejuízos materiais, morais, temporais e financeiros a consumidores, clientes, empresários e ao erário público, mas parece que a bem vinda política da tolerância exacerba sua aplicação e extrapola os limites da inclusão social, contemplando indevida e igualmente os imperitos, os negligentes e os imprudentes, como se a falta seletiva de juízo e de responsabilidade também fosse algum tipo de transtorno global do desenvolvimento.

Na verdade, o sujeito comete erros crassos para satisfazer sua perversidade inconsciente e não como consequência de permanente incapacidade orgânica ou funcional que comprometa sua operacionalidade, ou seja, está mais para traquinagem do que para uma necessidade especial legítima.

Os recrutadores de todos os setores precisam revolucionar a forma como avaliam, contratam e capacitam seus alunos, colaboradores e executivos. Se assim fizerem, é muito bem provável que muitas falhas e prejuízos de toda ordem poderiam ser amenizados e até evitados.

Evite acidentes ou traquinagens tomando postura mais criteriosa e profissional em suas seleções.

 Prof. Chafic Jbeili - www.unicead.com.br